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LIZ CHRISTINE
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FSTORRES & FELIPE GIRAKNOB
"Entre uma borboleta vermelha e um mar azul e mais outro mar esverdeado. A chuva é apenas uma ameaça – e não vai mais me confundir. Nem cair. Nem dos meus olhos nem de pensamentos que fluem tranquilos ou ansiosamente. Talvez atordoem um pouco às minhas asas inquietas – e a ti?
Eu sinto ondas me abraçando – e há intensidade com suavidade nelas. "
Liz Christine
Liz Christine
Liz Christine cria áudio-esculturas narrativas permeadas de texturas acústicas e atmosféricas . Começou escrevendo poesias e crônicas onde sonho e realidade se fundem criando um mundo onírico e sensual, tendo desenvolvido posteriormente uma sintaxe literária /musical como um meio de contar histórias utilizando sons.Suas músicas são trilhas sonoras para filmes imaginários, onde cada elemento sonoro assume uma função como personagem ou componente narrativo/emocional. Devido à sua obssessão por cinema (principalmente Buñuel e Truffaut), grandes divas do jazz e claro, gatos,utiliza em suas músicas essas referências como fonte primordial de criação.Possui trabalhos musicais editados na Alemanha pela Monika Enterprises , no Japão pele Flau Records e na web pelos netlabels brasileiros Fronha Record e Menthe de Chat.
F.S. Torres
F.S. Torres iniciou suas pesquisas musicais através da manipulação de fitas magnéticas e técnicas alternativas de captação/amplificação no começo dos anos 80, fundando em 1985 o coletivo improvisacional Can do Garfo (CDG). Junto com MMendes desenvolve a Fronha Records, primeira netlabel experimental do Rio de Janeiro. Cria KKFS, persona digital pop/plunderfônica, utilizando samples de lps antigos e erros causados por falhas no equipamento envolvido. inicia o label conceitual Menthe de Chat, um projeto operando noscampos de música experimental e eletrônica e arte sonora. No Plano B - Lapa, dá início junto com Fatima Lopes a produção da série de shows Plano B Live Sessions, que se torna o único evento regular de música experimental no Rio de Janeiro. Em parceria com Liz Christine, tem trabalhos editados pelas gravadoras Flau (jp) e Monika Enterprises (ger) e pelos netlabels Fronha Records e Menthe de Chat (br). Atualmente utiliza em suas performances solo um labirinto de equipamentos analógicos e digitais em que fragmentos sonoros são enviados simultâneamente a vários samplers e/ou gravadores, processados individualmente e re-enviados aos outros processadores, criando um sistema autofágico semiautogenerativo, controlado tanto pelo músico como pelas características e deficiências das máquinas envolvidas.
Filipe Giraknob
Em 2003 iniciou suas pesquisas em música eletroacústica e improviso livre. Usando a guitarra processada como instrumento principal. Tocou em coletivos experimentais e compôs trilhas para pequenos filmes independentes. Participou do grupo de anti-música LAVAJATO. Logo depois, junto com Fatima Araujo criou o evento de música experimental e artes visuais S.O.M. (Seres Operando Matéria), promovendo o encontro entre artistas deste gênero de todoo Brasil na cidade do Rio de janeiro. Fundou o coletivo de freejazz/eletroacústica Tonguemische Trio junto aos atistas Arthur Lacerda a Augusto Maolboisson que depois se tornaria apenas "Tonguemische" com um número indeterminado de integrantes. A partir de 2005 compôs junto com Fátima Araujo várias trilhas para pequenos filmes tendo este material lançado em 2007 pelo label Menthe de Chat. Gravou discos de improviso livre com vários artistas como Thelmo Critovam, (dell.tree), Gustavo Jobim e outros. No ano seguinte teve sua primeira apresentação solo no Plano B, editada pelo selo virtual Fronha Records. Gravou e excursinou pelo Brasil a partir de 2006 com a banda de Space-rock Supercordas até o primeiro semestre deste ano tornando-se membro fixo da banda. Ainda neste ano pretende terminar um disco de composições com produção de Marcos Thanus e Gabriel Bubu que deve ser lançado em cópias de cdr pelo selo Open Field (SP).
links:
www.myspace.com/lizchristinebutterfly
www.myspace.com/planoblivesessions
www.myspace.com/filipegiraknob
